Eu tenho um amigo, que é inimigo, que acabou comigo. É só um falsário, que deixou de lado, que fingiu legado, plantou o trabalho para o ego colher.
Eu tenho um inimigo que eu chamei de amigo, ao qual dei o título, que era de pai. Eu sempre disse que se o ferissem, eu o vingaria, eu mesmo o tiraria a paz.
Hoje confusa,
Sei que abusa da minha moral,
Alegria presente é inexistente quando no mesmo ambiente está.
Algumas pessoas enxergam quem o lobo está no cordeiro que eu podia ver.
Me iludo e vejo no fundo que amor pode ter. Se isso existe lá dentro se esconde mas não feito privilégio para mim.
É um nada, Chora por ninguém.
Mostra-se à alguém.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
Eu só preciso.
Santo, sem carne. Mas para ser santo, foi carne. Sexta o mataram?
A carne é a dele. Então, não coma. isso liberta? Salva os maus?
Tira o choro da favela? Sessam os ataques na Síria. E como fica, o extremismo religioso?
E agora senhor, não comi sua carne, amanhã como de um animal qualquer que até chora ates do abate,
Senhor, eu não fiz cara de triste, vai ter chocolate logo mais. Custou caro, mas foi três vezes no cartão. Nem vou sentir, é meu ópio.
Depois vou me arrastar, tem que pagar.
Por que o choro nas esquinas pelo crack, e as filhas das drogas, o pobre da favela, com aquele olhar perdido ou até mais encontrado que o meu olhar pois sabem o que pátria amada os colocou ali.
Não posso comer sua carne, mas não posso deixar de tomar minhas drogas que tentam ordenar meus pensamentos.
Esse senhor, não pode ser assim.
Ele deve matar o preconceito e não exigir que não consumamos carne em uma sexta-feira
Cadê a Luz que nos torna livre. Que iguala preto com branco.
Sob a máscara do esquecimento e do equívoco, invocando como justificação a ausência de más intenções, os homens expressam sentimentos e paixões cuja realidade seria bem melhor, tanto para eles próprios como para os outros, que confessassem a partir do momento em que não estão à altura de os dominar.
Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'
Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Lá e Cá
Dois polos,
dois desejos, dois lugares
Vida e morte.
Tudo tênue...
Sempre um fio.
Sem planos,
sem expectativas,
Sem amores,
Qualquer ato,
Suicida.
Qualquer ato,
Vida.
Atrás do mato, meu corpo.
Abaixo d´água, meu corpo.
Na minha mente vontade.
Seguida, desgaste.
Talvez uma mente nua.
Lúcida.
Imunda.
Ida.
Vinda
Jogo.
Fogo.
Antítese.
dois desejos, dois lugares
Vida e morte.
Tudo tênue...
Sempre um fio.
Sem planos,
sem expectativas,
Sem amores,
Qualquer ato,
Suicida.
Qualquer ato,
Vida.
Atrás do mato, meu corpo.
Abaixo d´água, meu corpo.
Na minha mente vontade.
Seguida, desgaste.
Talvez uma mente nua.
Lúcida.
Imunda.
Ida.
Vinda
Jogo.
Fogo.
Antítese.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Pauta
Maldita,
Maldita tu és.
Maldita doença.
Triste humor.
Remédio come memória, acorda meu irmão com delírios.
Falo o que penso.
Não filtro o dito.
Tenho babá.
Tenho espião.
Tenho críticos
Tenho intitulação.
Sou arrogante?
Sou defensiva?
Argumentação não há comigo, eu sou sempre a louca e fim de conversa.
Alguém me maltrata.
Ela me mata.
Tão maldita
Tão ingrata.
Maldita tu és.
Maldita doença.
Triste humor.
Remédio come memória, acorda meu irmão com delírios.
Falo o que penso.
Não filtro o dito.
Tenho babá.
Tenho espião.
Tenho críticos
Tenho intitulação.
Sou arrogante?
Sou defensiva?
Argumentação não há comigo, eu sou sempre a louca e fim de conversa.
Alguém me maltrata.
Ela me mata.
Tão maldita
Tão ingrata.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Me iludes tão bem.
-Não pode!
-Mas tem cara de liberdade.
-Ela se apresenta linda!
-Então, avanço...
-Não, ela deve ser conquistada.
-Está me olhando, chamando!
-Não, é ilusão. Liberdade, só com muita luta e não se apresenta assim não.
Chora a menina.
-Mas tem cara de liberdade.
-Ela se apresenta linda!
-Então, avanço...
-Não, ela deve ser conquistada.
-Está me olhando, chamando!
-Não, é ilusão. Liberdade, só com muita luta e não se apresenta assim não.
Chora a menina.
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