quarta-feira, 4 de maio de 2016

Para baixo

Eu tenho um amigo, que é inimigo, que acabou comigo. É só um falsário, que deixou de lado, que fingiu legado, plantou o trabalho para o ego colher.
Eu tenho um inimigo que eu chamei de amigo, ao qual dei o título, que era de pai. Eu sempre disse que se o ferissem, eu o vingaria, eu mesmo o tiraria a paz. 
Hoje confusa, 
Sei que abusa da minha moral, 
Alegria presente é inexistente quando no mesmo ambiente está. 
Algumas pessoas enxergam quem o lobo está no cordeiro que eu podia ver. 
Me iludo e vejo no fundo que amor pode ter. Se isso existe lá dentro se esconde mas não feito privilégio para mim.  
É um nada, Chora por ninguém.
Mostra-se à alguém.