Canto.
Não que eu me importe.
Manto.
Feito canivete,
Corte minha pele.
Desejo a morte.
Venha a despedida,
Seja minha amiga,
Ouça esse lamento,
Delicado, encanto.
Dança comigo na chuva.
Ganha um alimento, uva.
Espero. Choro.
Ganho abraço.
Avalio o retrato,
vejo a linha da fadiga.
Sabe, a ajuda me espera.
Vou correr pros braços dela.
Não é sorte que me chama,
Sem manto,
E não canta.
Senti seu cheiro, mãe.
Lamento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário