Foi uma encrenca,
Ele estava bravo,
Não queria participar da atividade terapêutica,
Colocava a mãe culpada, dizia que não aderiria a atividade de forma alguma.
Um ato me deixou perplexa, as mãos tapam a boca da mãe,
Nos desentendemos, disse a ele que não podia,
que assim chamaria a polícia,
Ele, bravo me deu as costas.
E ali lembrei de outrora,
Quantas vezes eu estive em seu lugar,
Àquela que me deu à vida a maltratar,
Sem remorso, com neglicencia,
Acredite com inocência.
Diante dessa memória sombria,
À esperança, caminho à confiança,
Olhou no fundo dos meus olhos,
Me pediu desculpas, nos abraçamos,
Demos as mãos, selamos a nossa paz mundial.
E eu que há pouco não tinha amigos,
Tenho feito daqueles bem especiais,
Pra vida inteira,
João Gabriel mudou meu dia, minha vida, minha sina,
Até sonhei com o café que ele disse que me faria.

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