Tal zelo
Amores e amantes
Um momento,
foi-se o zelo
Quando em casa,
em sua cama,
angústia, vazio.
Sem ética com banhos e
cuidados.
Com amigos, produção,
segurava o choro.
Foi-se os amores,
não há romance para amantes.
Vida maldita!
Determinou:
-Fim lhe darei.
Pouco esforço,
no meio do povo,
rumo à ponte,
sobe à ponte.
Motivo torpe?
Acabou-se?
A moça tropeçou,
Vê o homem.
Diz que já esteve lá.
O homem:
-Por que não pulou?
Ela:
- Senti o vento,
a brisa bateu, voltei a viver.

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