Quando passa um Tsunami
Se passamos pelo luto
Choramos por compaixão
Vemos um cachorro espancado
Quando o futuro é mais que incerto,
Sempre, que se ama a democracia
Não temos tolerância com o preconceito
Vai ter muito Cirilo com Maria Joaquina.
Dia primeiro, aquele vazio
Pensamento forte, dizem que,
com fé não costuma "faiá"
Um sonho,
Mil da sociedade,
Doentio.
Sem contexto
Me perdi no texto
No ano
Na vida
Haviam me dito
Que o tempo apaga todas as dores
Conclui ser mentira.
Tudo está aqui
Nada se perdeu no tempo
Ainda bem...
Ao menos lembro da menina
Que cresceu no caminhão
Todos os cantos
Brincava na carreta
Secava os cabelos ao vento.
Às vezes um banho de cachoeira.
Sabe, o tempo não cura,
Mas forma quem somos
Até seus erros
São protagonistas
Da sua história.

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