Os da noite,
Pensam ter as estrelas,
Desejam a lua.
O álcool,
A noite,
Convidativa,
Beijo insuficiente,
Noite com paixão,
Loucura,
Amantes.
Pares,
Impares,
Inconscientes
Se há brasa, queima.
Se há música, dança.
Se há poesia, declama
Se há mágoas bebe,
Se há solidão, paga.
Se for felicidade,
Esperam o nascer do sol.
terça-feira, 26 de março de 2019
domingo, 24 de março de 2019
O que passa...
Um dia desses eu esbarro com o amor,
Um dia desses eu esbarro com a compaixão,
Um dia desses, quem sabe, eu me veja calma.
Não chore menina,
Todos partem,
Não chore menina,
Sonhe.
Um dia desses eu esbarro com a felicidade,
Um dia desses eu esbarro com a compaixão,
Um dia desses, quem sabe, eu me veja calma.
Não chore menina,
Todos partem,
Não chore menina,
Sonhe.
Um dia desses eu esbarro com a felicidade,
Um dia desses eu esbarro com a cura,
Um dia desses, quem sabe, eu me veja serena.
Sorria menina,
Todos partem,
Sorria menina,
Sonhe.
Sonhe com um dia desses,
Sonhe com o futuro,
Sonhe com o vintage.
Sonhe com o antiquário,
Sonhe com o inadequado.
A moda sempre volta,
Chore e sorria, até grite,
Há chances remotas porém
O antiquário sempre atrai bons clientes.
Aguardemos.
Um dia desses, quem sabe, eu me veja serena.
Sorria menina,
Todos partem,
Sorria menina,
Sonhe.
Sonhe com um dia desses,
Sonhe com o futuro,
Sonhe com o vintage.
Sonhe com o antiquário,
Sonhe com o inadequado.
A moda sempre volta,
Chore e sorria, até grite,
Há chances remotas porém
O antiquário sempre atrai bons clientes.
Aguardemos.
Milagre!
Ansiedade,
Não me mate, imploro.
Ansiedade e taquicardia,
gerando agonia.
Medo,
Vá embora, não sei,
Medo,
Hoje e o amanhã não sei.
Esperança,
Coisa que machuca como vingança
Esperança,
não move moinho.
Movimento,
Quero vento, meu ar.
Movimento, seja atento.
Haja vento.
História,
Não me cobre,
História, eu sei.
Remissão, sempre remissão.
Idas e voltas,
Mundo, chega!
Quero paz em fortaleza.
Não me mate, imploro.
Ansiedade e taquicardia,
gerando agonia.
Medo,
Vá embora, não sei,
Medo,
Hoje e o amanhã não sei.
Esperança,
Coisa que machuca como vingança
Esperança,
não move moinho.
Movimento,
Quero vento, meu ar.
Movimento, seja atento.
Haja vento.
História,
Não me cobre,
História, eu sei.
Remissão, sempre remissão.
Idas e voltas,
Mundo, chega!
Quero paz em fortaleza.
terça-feira, 19 de março de 2019
Caminho
Mais para clube da luta,
que para o clube da esquina.
De asa delta,
que avião.
Mais um caminhão,
que um super carro.
Sandália de sola de pneu,
que um Louboutin.
Analfabeto com brilhos nos olhos,
que Doutor sem sensação.
Mais ação,
Muita reação.
Muita vida,
Menos morte.
Escolhas ou estagnação.
que para o clube da esquina.
De asa delta,
que avião.
Mais um caminhão,
que um super carro.
Sandália de sola de pneu,
que um Louboutin.
Analfabeto com brilhos nos olhos,
que Doutor sem sensação.
Mais ação,
Muita reação.
Muita vida,
Menos morte.
Escolhas ou estagnação.
sábado, 9 de março de 2019
Queria estar indignada no palanque
Hoje,
Só queria hoje.
Até o pôr do sol .
Uma chance de sorrir de verdade,
Gargalhar,
Perder o fôlego,
Achar um sentido para vida, em alguns segundos.
Quando eu me cala-se saberia que teria caminhado em um lugar justo.
Pois pude sorrir.
Não posso.
Sorrio dissimuladamente,
Vivo erroneamente,
Sou sem pedigree,
Porém domesticada,
Sou um fantoche do mundo real,
"O Show meu mesmo",
Como o do Jim Carrey.
Sou uma mente brilhante,
Tenho asas,
Tenho cores,
Sinto, sentir é meu maior sentido.
Ninguém vê
Invisível.
Mistura de muita coragem e medo.
João Cabral de Melo Neto descreve, "mesmo quando a vida é assim pequena e franzina".
Essa é a pequinês da minha vida,
No nordeste há trinta anos,
Morria-se aos trinta,
de "morte matada" ou "morte morrida",
Teria eu passado a expectativa.
E "O Show meu mesmo"
Assim sem graça, sem conquistas, realizações,
Acabaria.
Só queria hoje.
Até o pôr do sol .
Uma chance de sorrir de verdade,
Gargalhar,
Perder o fôlego,
Achar um sentido para vida, em alguns segundos.
Quando eu me cala-se saberia que teria caminhado em um lugar justo.
Pois pude sorrir.
Não posso.
Sorrio dissimuladamente,
Vivo erroneamente,
Sou sem pedigree,
Porém domesticada,
Sou um fantoche do mundo real,
"O Show meu mesmo",
Como o do Jim Carrey.
Sou uma mente brilhante,
Tenho asas,
Tenho cores,
Sinto, sentir é meu maior sentido.
Ninguém vê
Invisível.
Mistura de muita coragem e medo.
João Cabral de Melo Neto descreve, "mesmo quando a vida é assim pequena e franzina".
Essa é a pequinês da minha vida,
No nordeste há trinta anos,
Morria-se aos trinta,
de "morte matada" ou "morte morrida",
Teria eu passado a expectativa.
E "O Show meu mesmo"
Assim sem graça, sem conquistas, realizações,
Acabaria.
sexta-feira, 8 de março de 2019
Tempo de voo
Dia ideal pra morrer.
Como sei?
Acordei, sabia,
Meu corpo não obedecia,
A voz não saia,
A memória não existia
E por quarenta segundos eu não existia.
Tão conveniente para hoje,
Me lembrar o que seria?
Como seria?
Festejaria?
Viajaria?
Pouparia os meus?
E isso tudo, passaria?
Eu fraquejei.
Seria mais,
Cuidaria mais,
Da árvore não precisaríamos voar!
Como sei?
Acordei, sabia,
Meu corpo não obedecia,
A voz não saia,
A memória não existia
E por quarenta segundos eu não existia.
Tão conveniente para hoje,
Me lembrar o que seria?
Como seria?
Festejaria?
Viajaria?
Pouparia os meus?
E isso tudo, passaria?
Eu fraquejei.
Seria mais,
Cuidaria mais,
Da árvore não precisaríamos voar!
terça-feira, 5 de março de 2019
Drama Queem
Conversa comigo, só um pouco?
Eu vou fingir que existo,
Você fingi que se importa,
Não é porque te acho diferenciado é que sua tristeza me deixa a vontade.
Posso falar dos meus erros, de zumbis, de relacionamentos difíceis, o seu olhar acolhe a demanda.
Eu tenho picos de tristeza.
Não sou triste. Já você.
Ao seu lado as boas emoções são sugadas.
Mas, conversa comigo?
Preciso de desprezo, de uma pessoa se projetando, se comparando a mim e ainda assim vê vantagem?
Acho que desejo sentir pena.
Dó.
Nasci
Existo.
Só me aproximo de pessoas como você para tentar estrear, no entanto, ouço babaquices, coisas bizarra, mas eu incorporo por medo do que falam.
Cheia de encontros desumanos.
Um folhetim à mexicana, eu a rainha do drama.
Conversa comigo um pouco?
Para eu sentir nojo dos planos que fiz.
Tenho asco de mim, do quanto fiz para hoje, ser isso aqui, caminhando com esses daí.
Estrangeira.
Eu vou fingir que existo,
Você fingi que se importa,
Não é porque te acho diferenciado é que sua tristeza me deixa a vontade.
Posso falar dos meus erros, de zumbis, de relacionamentos difíceis, o seu olhar acolhe a demanda.
Eu tenho picos de tristeza.
Não sou triste. Já você.
Ao seu lado as boas emoções são sugadas.
Mas, conversa comigo?
Preciso de desprezo, de uma pessoa se projetando, se comparando a mim e ainda assim vê vantagem?
Acho que desejo sentir pena.
Dó.
Nasci
Existo.
Só me aproximo de pessoas como você para tentar estrear, no entanto, ouço babaquices, coisas bizarra, mas eu incorporo por medo do que falam.
Cheia de encontros desumanos.
Um folhetim à mexicana, eu a rainha do drama.
Conversa comigo um pouco?
Para eu sentir nojo dos planos que fiz.
Tenho asco de mim, do quanto fiz para hoje, ser isso aqui, caminhando com esses daí.
Estrangeira.
domingo, 3 de março de 2019
Deslocada nesse mundo.
Não encontro meu lugar.
Nasci para ter moradia?
Quero ser pássaro.
Morar ao luar.
O sol, companhia,
O verde, pousada,
Elegante moradia,
Sempre muito ousada.
Banhos no rio,
Evitar correntezas,
A vida por um fio,
Não temer as incertezas.
Liberdade é sonho,
Liberdade é o objetivo,
Liberdade necessita levantar punho,
Liberdade, solo produtivo.
Liberdade, é morte.
Nasci para ter moradia?
Quero ser pássaro.
Morar ao luar.
O sol, companhia,
O verde, pousada,
Elegante moradia,
Sempre muito ousada.
Banhos no rio,
Evitar correntezas,
A vida por um fio,
Não temer as incertezas.
Liberdade é sonho,
Liberdade é o objetivo,
Liberdade necessita levantar punho,
Liberdade, solo produtivo.
Liberdade, é morte.
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